desdobramentos da pintura brasileira séc. XXI

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  • lançamento e debate

17 de abril de 2013

quarta-feira, 20h

informações

desdobramentos da pintura brasileira séc. XXI

Leda Catunda, Lucia Koch, Marcius Galan e Isabel Diegues

entrada franca - 90 lugares
retirar senha 30 min antes

descrição

No dia 17 de abril, quarta-feira, às 20h, o Maria Antonia promove o lançamento do livro Desdobramentos da pintura brasileira séc. XXI (Cobogó, 2013), organizado por Isabel Diegues e Frederico Coelho, em um debate com os artistas Leda Catunda, Lucia Koch e Marcius Galan. A mediação será de Isabel Diegues. A entrada é franca e haverá distribuição de senhas (90 lugares) 30 minutos antes do início.
O livro Desdobramentos da pintura brasileira séc. XXI apresenta trabalhos em diferentes técnicas e suportes, que exploram além da tela, o espaço tridimensional, encenações performáticas, projeções e outros meios, contando com ensaios dos críticos Luisa Duarte e Tiago Mesquita. Com reproduções de cerca de 160 obras, o livro oferece uma amostragem e uma discussão da produção de 30 artistas brasileiros de várias gerações e regiões do país, apresentando, dessa forma, um panorama significativo da arte contemporânea brasileira.
Os artistas com trabalhos abordados no livro são: Adriano Costa, Alexandre da Cunha, Antonio Dias, avaf, Carlito Carvalhosa, Cristiano Lenhardt, Cristiano Rennó, Daniel Senise, Delson Uchoa, Dora Longo Bahia, Dudi Rosa Maia, Emmanuel Nassar, Fabio Miguez, Hugo Houyaek, Jac Leirner, José Bechara, Karin Lambrecht, Laura Lima, Leda Catunda, Lucia Koch, Luiz Zerbini, Marcius Galan, Marcone Moreira, Miguel Rio Branco, Nuno Ramos, Rafael Alonso, Ricardo Carioba, Rivane Neuenschwander, Thiago Rocha Pitta e Valeska Soares.

Isabel Diegues é formada em Cinema pela New York University. Diretora e produtora, foi assistente de montagem em filmes como Dias melhores virão (1989), de Carlos Diegues e Escorpião escarlate (1990), de Ivan Cardoso, também trabalhou foi assistente de direção em comerciais e longas, entre eles Brincando nos campos do Senhor (1991), de Hector Babenco. Dirigiu os curtas O retrato (1996) e Vila Isabel, vencedor do prêmio do Canal Plus no Festival de Biarritz, França. Foi produtora executiva de Madame Satã (2002), de Karim Aïnouz.

Frederico Coelho é mestre em história pelo IFCS/UFRJ e doutor em literatura pela PUC-RJ. Participa como pesquisador associado do Núcleo de Estudos em Literatura e Música (NELIM) da PUC-RJ. Escreveu artigos para revistas e periódicos, como a Revista de História da Biblioteca Nacional e a Cultura Brasileira Contemporânea. Além disso, publicou artigos em coletâneas sobre música, futebol e comportamento e organizou, ao lado de Santuza Naves e Tatiana Bacal, o livro MPB - Entrevistas (UFMG, 2005). Atualmente é assistente de curadoria do MAM-RJ e professor do Departamento de Artes-Cênicas da PUC-RJ.

Leda Catunda é graduada em Artes Plásticas pela FAAP, com doutorado em Poéticas Visuais pela ECA-USP. Foi professora nos cursos de artes plásticas da FAAP e da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo. Participou de três edições da Bienal de São Paulo e realizou mostras individuais em diversas instituições nacionais, fora do Brasil, participou de exposições na Pulitzer Art Gallery, em Amsterdã (1993), no Museum Ludwig, em Colônia (1993), no MoMA, em Nova York (1993), e na Haus der Kulturen der Welt, em Berlim (1998), entre diversas outras instituições. Possui obras em coleções como as do MAM-SP, MASP, MAC-USP, MAM-RJ, MAC Niterói, Stedelijk Museum, em Amsterdã, e Centro Wilfredo Lam, em Havana.

Lúcia Koch é artista plástica e participou de diversas exposições individuais e coletivas como More than this! - III Bienal de Gothenburg (Suécia, 2005), V Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2005), Como viver junto – 27ª Bienal de São Paulo (São Paulo, 2006), Squatters – Ocupações (Portugal, 2001), dentre outras, no Brasil e no exterior.

Marcius Galan é formado em Educação Artística pela FAAP. Realizou diversas exposições individuais como, Imóvel/Instável (São Paulo, 2011) e Geometria informal (Lisboa, 2008), também participou de coletivas, das quais se destacam Expansivo (São Paulo, 2012) e La importância del Pez Cebra (Madri, 2009)